Área queimada, métricas dos incêndios, focos de calor, eventos de fogo e clima em cada estado, município, bioma, unidade de conservação e terra indígena, comparados com a série histórica de cada território desde 2002.
A área queimada considera vegetação com pelo menos 30% de cobertura arbórea e não corresponde à área queimada total. O período vai de março/2025 a fevereiro/2026; os eventos de fogo cobrem o ano civil de 2025. Ranques na série histórica calculados para 5.606 estados, municípios e biomas.
Os ranques indicam a posição do período analisado dentro da série histórica do próprio território, iniciada em 2002, para a área queimada, as cinco métricas dos incêndios e os focos de calor. Ranque 1 é o maior registro da série. Unidades de conservação e terras indígenas ficam sem ranque: muitas foram criadas depois de 2002 e não existem em parte da série. É o que permite dizer que a Caatinga teve um ano grave enquanto a Amazônia teve um dos mais brandos, no mesmo período.
Área queimada, métricas dos incêndios, focos de calor, eventos de fogo e clima para cada unidade, do estado à terra indígena.
A estação seca atravessa a virada do ano civil na maior parte do país, e contar de janeiro a dezembro dividiria um mesmo período de fogo entre dois anos. A área queimada vem do MODIS MCD64A1, as métricas dos incêndios do Global Fire Atlas, os focos de calor e os eventos de fogo do INPE (os eventos no ano civil de 2025), a temperatura da reanálise ERA5 e a precipitação do ERA5-Land, comparadas com a média de 2003-2024.
Distribuição típica da área queimada ao longo do período, com o pico entre julho e setembro.
O diagnóstico vem do sensoriamento remoto. O registro do que aconteceu em campo vem de quem combateu o fogo. A área queimada e as métricas de fogo são disponibilizadas pela University of East Anglia; os focos de calor e os eventos de fogo, pelo INPE; os dados climáticos, pelo ECMWF.