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março/2025 a fevereiro/2026

Veja o panorama do fogo no Brasil.

Área queimada, métricas dos incêndios, focos de calor, eventos de fogo e clima em cada estado, município, bioma, unidade de conservação e terra indígena, comparados com a série histórica de cada território desde 2002.

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0km² de área de vegetação queimada no período
0incêndios individuais mapeados pelo Global Fire Atlas
0focos de calor detectados pelo INPE no período
0diasduração média dos eventos de fogo no Brasil em 2025
0municípios com área queimada entre os cinco piores anos da série
0unidades de conservação e terras indígenas com área queimada no período
0de 27estados mais quentes que a média de 2003-2024
0de 27estados com menos chuva que a média de 2003-2024

A área queimada considera vegetação com pelo menos 30% de cobertura arbórea e não corresponde à área queimada total. O período vai de março/2025 a fevereiro/2026; os eventos de fogo cobrem o ano civil de 2025. Ranques na série histórica calculados para 5.606 estados, municípios e biomas.

Estados 27Municípios 5.573 Biomas 6Unidades de conservação 3.247 Terras indígenas 657 Estados 27Municípios 5.573 Biomas 6Unidades de conservação 3.247 Terras indígenas 657
Panorama

O ranque é relativo à série de cada território

Os ranques indicam a posição do período analisado dentro da série histórica do próprio território, iniciada em 2002, para a área queimada, as cinco métricas dos incêndios e os focos de calor. Ranque 1 é o maior registro da série. Unidades de conservação e terras indígenas ficam sem ranque: muitas foram criadas depois de 2002 e não existem em parte da série. É o que permite dizer que a Caatinga teve um ano grave enquanto a Amazônia teve um dos mais brandos, no mesmo período.

  • 4ºCaatinga1.541 km²
  • 12ºCerrado11.349 km²
  • 23ºAmazônia4.306 km²
Recortes

Cinco recortes territoriais, o mesmo panorama

Área queimada, métricas dos incêndios, focos de calor, eventos de fogo e clima para cada unidade, do estado à terra indígena.

Método

O período de análise vai de março a fevereiro

A estação seca atravessa a virada do ano civil na maior parte do país, e contar de janeiro a dezembro dividiria um mesmo período de fogo entre dois anos. A área queimada vem do MODIS MCD64A1, as métricas dos incêndios do Global Fire Atlas, os focos de calor e os eventos de fogo do INPE (os eventos no ano civil de 2025), a temperatura da reanálise ERA5 e a precipitação do ERA5-Land, comparadas com a média de 2003-2024.

mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez
jan
fev

Distribuição típica da área queimada ao longo do período, com o pico entre julho e setembro.

Quem realiza

Rede BRASA de Pesquisa e os Corpos de Bombeiros Militares dos 27 estados

O diagnóstico vem do sensoriamento remoto. O registro do que aconteceu em campo vem de quem combateu o fogo. A área queimada e as métricas de fogo são disponibilizadas pela University of East Anglia; os focos de calor e os eventos de fogo, pelo INPE; os dados climáticos, pelo ECMWF.